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Acho a sua voz, divina, suave.
E quando o ouço, sinto uma saudade boa não sei de quê.
Agora, chove. Curto.
Deitada, no meu quarto, fiz este poeminha despretensioso.
Saudade - A jorge Ben Jor
A cortina na janela
filtra a memória:
A melancólica nota da goteira
fustiga a bacia de zinco
O silvo afinado do vento
escapa apressado
pela fresta da porta
O pranto da lenha verde
a arder sob a chama do fogão
A aquarela da colcha de taco
esfumaça seus tons nos meus
sonhos.
Ouço a música difusa
etérea
Saudade é a voz de Jorge Ben Jor.
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2 comentários:
Ah, Inês, adoooro Jorge Ben. E costumo chamar ele só de "Ben" até hoje porque foi a fase que mais gostei dele. Ele é inspirador mesmo... E o Tábua de Esmeralda é o melhor disco. Já escutou?
Ficou belo o poeminha "despretensioso". ^^ Tenho uma sogra intelectual! hehehehe
Beijo!
Aí em cima sou eu, Ellen. Saiu esse perfil, que é meu e-mail do perfil da dança... ¬¬
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